alguns DIAS dos MILANI DE MOURA

Previeri Sarto Milani de Moura e Dias



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Nossa Família !

Somos muitos, não somos poucos, mas continuo acreditando que no fundo somos os mesmos...
um pouco amadurecidos talvez!
Desde que os cabelos brancos começaram a insistir em aparecer na minha cabeleira, percebi que muitos dos nossos já tinham partido.Uns dessa para melhor, outros quem sabe?Sinto uma saudade imensa do Tio Nadyr que era meu padrinho de e da tia Meryna minha madrinha também.
Adorava as tardes desbocadas daquela casa "especial" do tio em Santo Antônio...e aquele noivado completando Bodas de Ouro de
 "não...e não desocupa a moita"...
Dadá tão querida Dadá!(acho que nem deu)
E a tia Corina?
Raulzinho?
Tio Toninho?
Tio Raulinho?
Tio Jayme,
Tio Hermínio,
tios, tias, primos...
E meus avós???
Ano passado meu pai José Kritski faleceu, e de repente vi o quanto minha mãe estava ficando parecida com a vó Mariinha...de cabelos bem branquinhos, frágil, mais lentinha... precisando de proteção e muito mais carinho.
Daí começamos a procurar fotos, álbuns,lembranças, memórias...

Muito de nós havia se perdido,
em tempos de internet quem guardaria álbuns e caixas de fotografia emboloradas... então saímos a busca do que achávamos para deixar gravado um pouco do muito que já foram os nossos amados, queridos e saudosos ancestrais.
Ai que saudade dos Natais na tia Corina, era quando eu via toda aquela primarada da minha mãe, êta povinho animado!
Mudamos há mais de 20 anos para o nordeste e não convivemos muito mais com os familiares. Aí, na Paraíba fomos em busca da Tia Selma e sua família que AMAMOS profundamente...
mas sempre  voltavam aquelas conversas saudosas de quando elas eram mocinhas, meninas, etc...
Convivi pouco com todos os Mouras mas era apaixonada pelos que me lembro: Tia Carmem, Fernando, Miriam, Teresa, Duddy, e tantos outros acima citados...
Resolvi fazer um blog prá juntar um pouquinho de cada lembrança, retratinho, história, causo, anedota...anyway.
Assim Yarinha fica mais feliz e se sentindo perto daqueles a quem ela sempre amou e nunca esqueceu!!!
Vendo minha mãe feliz, ou quase...quem fica feliz sou eu!
Então primos e parentes, se puderem mandar algumas fotinhos, textos e afins...aqui serão muito bem vindos!!
Como na nossa casa e na nossa vida também!
Inté... o café com cheiro de Minas me espera!
Prá onde mandar?
lucianadias77@hotmail.com

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quem é quem???

origem da família Dias/ DIAZ

Nome português de origem patronímica, filho de Diogo. Em espanhol, Diaz (filho de Diego).
Um dos primeiros ancestrais desta família foi Mumadona Dias (c. 900 - 968), condessa de Portugal no século X durante o primeiro condado Portucalense.
Mumadona era filha do conde Diogo Fernandes e da condessa Onega Lucides. Mumadona também foi tia do rei Ramiro II de Leão e bisneta de Vímara Peres. Célebre, rica e mulher mais poderosa no Noroeste da península Ibérica, é reconhecida por várias cidades portuguesas devido ao seu registo e ação.
Em 926 Mumadona já estava casada com o conde Hermenegildo Gonçalves, passando, porém, a governar o condado sozinha após o falecimento do seu esposo (c. 928), que a deixou na posse de inúmeros domínios, numa área que coincidia sensivelmente com zonas que integrariam os posteriores condados de Portucale e de Coimbra.
Esses domínios foram divididos em Julho de 950 com os seus seis filhos, vindo Gonçalo I Mendes a ficar com os do condado Portucalense e se tornar o Conde Soberano de Portugal. Nesse momento (950-951), por inspiração piedosa, fundou, na sua herdade de Vimaranes, um mosteiro sob a invocação de São Mamede (Mosteiro de São Mamede ou Mosteiro de Guimarães), onde, mais tarde, professou. Para a proteção deste mosteiro e das suas gentes das incursões dos Normandos, determinou a construção de um castelo (Castelo de Guimarães), à sombra do qual se desenvolveu o burgo de Guimarães, vindo a ser sede da corte dos condes de Portucale. O documento testamentário no qual faz a doação de seus domínios, gado, rendas, objetos de culto e livros religiosos ao mosteiro de Guimarães, datado de 26 de Janeiro de 959, é importante por testemunhar a existência de diversos castelos e povoações na região.
Apesar de não ser a fundadora de Felgueiras, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, o seu registo é pioneiro ao incluir pela primeira vez estas terras, que vêem a data do registo como fundação.
Fonte: A Herança Genética de D. Afonso Henriques. Luiz de Mello Vaz de São Payo. Universidade Moderna, 1ª Edição. Porto, 2002